Hélio Schwartsman tem um ótimo texto a este respeito: http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/helioschwartsman/ult510u411269.shtml
De fato, acrescento, com tamanha falta de professores e com a orientação geral dos que temos, o resultado pode ser hostes de pregadores relativistas pós-modernistas.
Uma curiosidade relacionada: em Portugal (corrijam-me os colegas europeus), os cursos de formação parecem ser todos licenciatura; no Brasil, em geral, são bacharelados.
Quais seriam as justificativas? Um filósofo não necessariamente apenas dá aulas, mas as outras coisas que faz, de natureza filosófica e além da investigação, correspondem às de um "bacharel"?
Interessante, mas talvez não boa.
ResponderEliminarHélio Schwartsman tem um ótimo texto a este respeito: http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/helioschwartsman/ult510u411269.shtml
De fato, acrescento, com tamanha falta de professores e com a orientação geral dos que temos, o resultado pode ser hostes de pregadores relativistas pós-modernistas.
Uma curiosidade relacionada: em Portugal (corrijam-me os colegas europeus), os cursos de formação parecem ser todos licenciatura; no Brasil, em geral, são bacharelados.
Quais seriam as justificativas? Um filósofo não necessariamente apenas dá aulas, mas as outras coisas que faz, de natureza filosófica e além da investigação, correspondem às de um "bacharel"?
Sds
Alex.