16 de agosto de 2008

Pragmatismo, de Christopher Hookway

Christopher Hookway acaba de publicar na SEP um novo artigo sobre pragmatismo. Nas palavras imortais de Hankinson,
A contribuição originalmente americana para a filosofia foi o pragmatismo, que não é, como na política, uma designação alternativa para uma rejeição esfarrapada e indulgente de quaisquer princípios, mas antes a crença de que a verdade e a falsidade não são absolutas mas sim uma questão de convenção, ou que, como alguns filósofos modernos gostam de dizer, «estão em aberto.» Pensando melhor, talvez o pragmatismo tenha afinal qualquer coisa a ver com a política.

2 comentários:

  1. Endosso essa explicação rapidíssima. Se fosse para definir o pragmatismo dessa maneira, eu talvez o fizesse da mesma maneira. Mas, se me sobrassem mais algumas linhas, diria que ele é também uma outra forma de relacionamento com o tema da verdade. Em algumas formulações dos primeiros pragmatistas (penso em James e Dewey), o que se percebe é uma busca de escapar à tradicional obrigatoriedade de obter uma definição última para a verdade. Tratava-se, penso eu, de constituir, por assim dizer, um instrumento capaz de colaborar com o homem na tomada de decisões diante de enunciados e ações.
    Prof. Márcio Almeida Júnior
    Fundação Educacional de Oliveira (MG).
    Em tempo: muitíssimo bom o site em termos de conteúdo. Como faço para subscrevê-lo aqui do Brasil?

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  2. Caro Márcio, obrigado pelo seu comentário. Para subscrever a Crítica no Brasil basta seguir estas instruções:

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