22 de outubro de 2008

George Dickie


Acabei de receber esta novidade da Bizâncio na minha caixa de e-mail.

Título: Introdução à Estética
Autor: George Dickie
Colecção: Filosoficamente, 4
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«Quando ainda era estudante disseram-me que a Estética era a ‘enteada feia’ da Filosofia. Não sei quão exacto e difundido está este preconceito, mas sei que o livro de George Dickie, Introdução à Estética, nos proporciona uma perspectiva concisa, acessível e informativa. É Filosofia verdadeira e genuína teoria estética.»

Sarah Worth, Universidade de Furman

Introdução à Estética traça uma abordagem do percurso da Estética desde os primórdios, passando pelas transformações registadas nos séculos XVIII, XIX e primeira metade do século XX. A primeira metade do livro aborda a história de duas noções da estética — a teoria da beleza e a teoria da arte — e descreve as transformações sofridas desde a Grécia Antiga, até aos anos 50 do século XX. As respostas das teorias culturais das décadas seguintes são depois abordadas. Por fim, são apresentadas cinco teorias tradicionais de avaliação da Arte e o autor apresenta ainda uma outra, pessoal, baseada em princípios de Monroe Beardsley e Nelson Goodman. Escrito por um dos mais destacados filósofos da Arte e da Estética, este livro é também acessível a todos os que se interessam pela Filosofia e pela Arte.

2 comentários:

  1. Excelente notícia! A tradução é do Vítor, não é? Vou comprá-lo, apesar de ter o original inglês. Só espero não ir à Fnac e encontrá-lo na secção de artes, em vez de filosofia. Eles lá têm essa mania esquisita de não olhar ao nome das colecções nem ao conteúdo dos livros. Desde que tenha as palavras «arte» ou «estética» no título do livro, vai sempre parar ao lado de livros sobre as correntes artísticas e isso. Lá terei de lhes chatear mais uma vez a cabeça.

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  2. Nem mais, Aires. A tradução é realmente do Vítor. Na fnac aqui do funchal, eu chateio tanto que acabam por colocar o livro no escaparate de filosofia durante umas semanas, mas depois mandam-no para as artes, como acontece com o livro do Warburton da mesma colecção.
    Abraço

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