Se há uma arte de pensar que quereríamos ensinar aos jovens, tem muito a ver com isto — mostrar como a mente se pode mover ao longo do espectro da informação, discriminando generalizações súbitas de pressentimentos, hipóteses de preconceitos irreflectidos. Para o nosso propósito, contudo, quero mover-me para o extremo do espectro, para o ponto limite em que os factos, cada vez mais rarefeitos, desaparecem por fim completamente. O que encontramos quando ultrapassamos tal ponto e entramos na zona em que os factos estão totalmente ausentes? [Mais...]
Meu Deus... O Desidério tornou-se pós-moderno.
ResponderEliminarExactamente. E mudei de sexo também.
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