31 de outubro de 2008

No Público de hoje

Quem abrir o jornal Público de hoje, ao ler a crónica do economista Luís Campos e Cunha, «O barulho das luzes», depara-se, a determinada altura, com este comentário:
Uma terceira referência, no barulho das luzes e na confusão da crise: é sempre refrescante ler os artigos de Desidério Murcho, no P2 deste jornal. Têm o tamanho certo e levam-nos a pensar, o que é sempre útil, especialmente, neste mundo de sensações e de reacções. Um mundo de pouca ponderação e pouco pensamento e vivido mais pelo instinto do que pela razão. Aconselho a leitura e agradeço-lhe, mesmo sem o conhecer.
É sempre bom saber do impacto de pensar outra vez, como defende o Desidério.

4 comentários:

  1. É um elogio merecido e temos que seguir o exemplo. Divulgando a boa filosofia, questionando os preconceitos de nosso tempo e desenvolvendo trabalho acadêmico de excelência em nossas áreas, o que inclui as fatídicas traduções, que são tão importantes num mercado editorial tão pobre como o de Portugal e do Brasil.

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  2. Eu não devia exagerar assim, e isto tem de mudar, mas acho que só ainda compro o jornal Público para ler as crónicas do Desidério. E descobrindo com alegria este site, espero não ter comprado hoje o meu ultimo exemplar do Público. A cronica de hoje, sobre liberdade de expressão, transmitiu-me alegria e reconciliou-me um momento com um par de insultos que tinha atravessados. Um livro recente que recomendo sobre o tema é o do Ruwen Ogien, La liberté d'offenser : le sexe, l'art et la morale.

    Abraço,

    Roberto Merrill

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  3. Obrigado, Roberto! Vou divulgar o livro no De Rerum, onde republiquei a minha crónica de hoje.

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