Se acreditamos que não há em nós quaisquer sinos a tocar a rebate quando a verdade está perante nós, parece que pregar tão solenemente que temos o dever de aguardar pelo toque do sino não passa de uma excentricidade vã.
A verdadeira verdade nunca se faz anunciar. Como saber que estamos perante ela (ou que alguma vez estivemos)? E como distingui-la de uma falsa verdade?
A verdadeira verdade nunca se faz anunciar. Como saber que estamos perante ela (ou que alguma vez estivemos)? E como distingui-la de uma falsa verdade?
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