1 de janeiro de 2009

Patrick Grim

Se Deus não pode agir incorrectamente, é-lhe impossível enfrentar quaisquer escolhas morais genuínas. Nesse caso, Deus não pode ser louvado por fazer as escolhas correctas, e se Deus não é moralmente louvável dificilmente se pode considerar moralmente perfeito. A perfeição moral necessária parece excluir a possibilidade precisamente daquelas escolhas que a perfeição moral genuína exige.

1 comentário:

  1. "Deus deseja prevenir o mal, mas não é capaz? Então não é omnipotente. É capaz, mas não o deseja? Então é malévolo. É capaz e deseja-o? Então porque existe o mal? Não é capaz e nem o deseja? Então por que lhe chamamos Deus?" Epicuro

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