26 de julho de 2009

Cambridge Companion to Atheism

Acabei de rever hoje a minha tradução do Cambridge Companion to Atheism, org. Michael Martin (Cambridge University Press, 2006), a publicar em breve nas Edições 70. Trata-se de um volume que estuda o ateísmo e a religião do ponto de vista histórico, filosófico, antropológico, sociológico e psicológico. Publiquei na Crítica um dos capítulos mais interessantes, que descreve a investigação antropológica actual sobre a religião: "Teorias Antropológicas da Religião," de Stewart E. Guthrie. Ao contrário do que se afirma por vezes, a teoria antropológica de Durkheim está longe de ser hoje consensual entre antropólogos, havendo razões para pensar que é falsa, nomeadamente porque a distinção entre sagrado e profano não ocorre em todas as religiões.

2 comentários:

  1. A distinção entre sagrado e profano pode não ocorrer em todas as religiões, mas não ocorrerá em todas as pessoas? A minha tese é a de que todos nós tomamos algo como sagrado. Penso que os cristãos, por exemplo, tomam o sexo como sagrado, tão sagrado que dele se desligam (padres, monges): nõa será isso uma profanação do sagrado?

    Abraço e continuação de bom trabalho.

    Nota: podem publicar algo sobre gnosticismo mas que não envolva Cristo nem Bíblia?

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  2. O novo link do texto: http://criticanarede.com/antropologia.html

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