10 de julho de 2009

Graduação virtual em filosofia

Acabo de receber esta notícia, que poderá interessar a alguns leitores.

4 comentários:

  1. Eis uma excelente notícia!

    Esclareço que há alguns anos me considerava um feroz opositor de qualquer ensino ministrado a distância. No entanto, alterei radicalmente essa posição inicial e hoje sou um adepto das novas tecnologias no ensino.
    Harvard e Oxford usam o Second Life; o MIT tem cursos em regime de e-learning; em Portugal, a Aberta já não é a única universidade com cursos em regime de blended learning; e começa a ser comum ouvir-se falar de m-learning, ou mobile learning, sobretudo após o advento de serviços gratuitos como o twitter.
    Tecnologicamente, não há problemas: existe hardware e software suficientes para elaborar cursos muitíssimo interessantes, com recurso a meios multimédia praticamente desconhecidos no ensino tradicional.

    Resta saber qual a resposta do público - e tipificar QUAL o público para o qual este tipo de cursos pode ser direccionado.

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  2. Olá Sérgio,
    Dar boas oportunidades para as pessoas aprender é uma ideia razoável. A qualidade dos cursos também se mede com o que as pessoas sabem depois fazer com a formação adquirida. Entre um bom curso a distância e um mau presencial, prefiro o primeiro.

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  3. Normalmente, julga-se que os cursos em regime de e~learning não oferecem fiabilidade, pois não se sabe quem está do outro lado do computador. E portanto, a identidade do aprendiz é colocada em causa: não temos nenhuma razão para acreditar que o indivíduo que afirma frequentar o curso é, de facto, quem faz os trabalhos.

    Isto é uma tolice. Nenhum curso respeitável é feito desta forma. O que acontece é que as sessões de formação("aulas" é demasiado fraco) decorrem em regime não presencial, mas os exames finais são efectuados nas instituições promotoras do curso ou suas congéneres. Por exemplo, se eu fizer um curso numa universidade norte-americana não precisarei, nuinca, de atravessar o Atlântico, desde que exista alguma universidade europeia ou portuguesa que tenha celebrado protocolos de cooperação com essa universidade. Se colocarmos este sistema em causa, então teremos de colocar igualmente em causa qualquer exame de qualquer universidade pública ou privada.

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  4. Sérgio,
    O que se passa é que temos algum rigor para a entrada no ensino superior e temos um mau ensino superior, ao passo que há países em que as pessoas tem imensas oportunidades para estudar e no entanto tem um ensino superior rigoroso

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