18 de outubro de 2009

Probabilidade e estatística

Sklar apresenta aqui alguns dos problemas filosóficos levantados pela probabilidade e pela estatística.

6 comentários:

  1. Caro Desidério Murcho, temo que possa estar a ser inoportuno, mas gostaria que me esclarecesse do seguinte: no argumento que o Desidério apresentou «Se os cépticos tivessem razão, nada poderia ser conhecido.
    Se nada pudesse ser conhecido, os argumentos dos cépticos não poderiam ser aceites.
    Se os argumentos dos cépticos não pudessem ser aceites, eles não teriam razão.
    Logo, se os cépticos tivessem razão, não teriam razão.» foi formalizado da seguinte forma:
    Se P, então Q.
    Se Q, então R.
    Se R, então não-P.
    Logo, Se P, então não-P.
    A minha questão é a seguinte: a proposição R não deveria ser ~R? Tenho a tendência de, ao escolher as proposições, colocá-las primeiramente na afirmativa e quando formalizo coloco na negativa. Estarei a cometer algum erro? Obrigado!

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  2. Peço desculpa, mas escrevi no local errado.

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  3. Quando a proposição está negada em todas as ocorrências, não faz diferença formalizar de uma maneira ou de outra. Mas é verdade que:

    1)Numa interpretação mais rigorosa, deve-se atribuir variáveis proposicionais a proposições atómicas, isto é, que não contenham operadores;

    2) E os estudantes fazem menos confusões se cumprirmos sempre 1.

    Assim, eu deveria ter feito como diz.

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