9 de novembro de 2009

A voz do dono

O leitor Pedro Saragoça tem muitas acusações a fazer-me a mim, à Crítica e aos restantes colaboradores deste blog. Este é um espaço criado só para ele explicar o que pensa que está errado comigo, com a Crítica e com os restantes colaboradores deste blog. Está aberta a discussão, e nenhum comentário será apagado. Aproveite!

2 comentários:

  1. blog é pra isso mesmo, pra a gente discutir. se ele fala tudo ao contrário é um jeito de se destacar e que conseguiu com esse post. cabe a gente ver os argumentos dele, são coerentes?

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  2. Não tenho muitas acusações a fazer à Crítica, nem compreendo como é que essa ideia surgiu. Uma acusação veemente, uma crítica muito dura, não são muitas acusações.

    Nem sequer critico a Crítica por praticar a censura relativamente a alguns comentários que desagradam aos seus responsáveis (mas que não contêm insultos nem ataques pessoais e são directamente relacionados com o assunto em discussão). Reconheço à Crítica esse direito.

    A crítica que tenho a fazer é esta: uma vez que a Crítica pratica a censura dos comentários considero moralmente reprovável que afirme não o fazer, faltando à verdade e induzindo os seus leitores em erro. Por motivos éticos, os leitores têm direito a saber se as regras que são proclamadas são as que efectivamentesão utilizadas. Como já disse, claro que também têm direito a não querer saber disso para nada, mas isso não invalida o direito antes referido. Acho difícil discordar-se disto e, até por isso, gostaria que os que discordam me explicassem porque discordam.

    Gostaria também de responder a um comentário de Rolando de Almeida. Esse comentário já foi apagado, não o memorizei, e portanto corro o risco de involuntariamente lhe atribuir afirmações que poderão não corresponder exactamente ao que afirmou.

    Mas, se bem me recordo, afirma que o meu conhecimento ou a minha compreensão das ideias de Stuart Mill, expressas em On Liberty (que li e reli numa edição espanhola, com tradução de Pablo Azcárate; não conheço o texto original), é superficial, tosco. Talvez tenha razão, talvez eu não tenha percebido as ideias do autor. O que não percebo é como é que, a partir do que eu escrevi, chegou a essa conclusão. Salvo erro, afirma também que eu confundo a liberdade defendida por S. Mill com libertinagem. De modo nenhum. Por que é que julga que eu penso isso? Sinceramente, não percebo.

    Pedro Saragoça Martins

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