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Ensino e filosofia, linguagem e metafísica

Estarei na UFMG, em Belo Horizonte, nos próximos dias 3 e 4 de Maio para dar duas conferências.

A primeira, intitulada "Ensinar a Filosofar", dia 3 de Maio, às 11:30 horas, dirige-se a alunos de licenciatura e versa sobre alguns dos problemas que o ensino da filosofia enfrenta, sobretudo no ensino médio, e que estratégias se pode usar para os resolver.

A segunda, intitulada "Kripke Acerca da Linguagem e da Metafísica", dia 4 de Maio, às 14:00 horas, dirige-se a alunos de graduação e mestrado que já tenham tido algum contacto com as teorias da referência e do significado de Russell e Frege (descritivismo), e visa esclarecer aspectos centrais da teoria da referência de Kripke, incluindo alguns aspectos da sua metafísica que costumam ser confundidos (e.g. a tese da designação rígida não implica o essencialismo; na verdade, sem ela é impossível ser anti-essencialista).

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O filósofo preferido dos filósofos

É curioso ouvir o podcast que, para marcar o lançamento do segundo livro de Philosophy Bites, da responsabilidade de David Edmonds e Nigel Warburton, eles disponibilizaram sobre o filósofo favorito de muitos dos filósofos e filósofas que entrevistaram. 
São quase 70 filósofos e filósofas das mais variadas áreas e tendências filosóficas que se pronunciam sobre o seu filósofo favorito, justificando brevemente a sua escolha. É certo que a maior parte dos filósofos são de língua inglesa, mas também os há, embora poucos, de língua francesa. Mesmo entre os filósofos de língua inglesa, muitos não são filósofos analíticos. Confesso que não conheço muitos deles, mas há outros que talvez sejam conhecidos dos leitores, como Ronald Dworkin (que referiu Kant), David Chalmers (Carnap), Kit Fine (Aristóteles), Michael Sandel (Hegel), Peter Singer (Henry Sidgwick), Michael Dummett (Frege), Tim Crane (Descartes), Susan Wolf (Aristóteles), Stephen Neale (Russell), Noël Carroll (Aristóteles), Brian Lei…

O que é uma análise?

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