28 de julho de 2010

Para ler melhor a Crítica

O novo navegador Safari oferece um instrumento espantoso, que melhora em muito a leitura de artigos na Internet. O mesmo tipo de instrumento está também disponível para quem usa o navegador Chrome, ou o Firefox, usando uma extensão chamada iReader. Infelizmente, o iReader não existe, tanto quanto sei, para o Internet Explorer, nem para o Opera.

Do que se trata? O navegador detecta quando estamos numa página que tem um artigo. Clicando no lugar apropriado, o navegador elimina menus, publicidade, etc., escurece o ecrã, e destaca o artigo, colocando-o em letras maiores, e permitindo a sua impressão ou envio por email. Veja como fica o último artigo que publiquei na Crítica (clique na imagem para ver melhor):


Depois de experimentar isto, nunca mais quererá ler artigos de outro modo. No meu caso, foi o que me fez abandonar o Internet Explorer a favor do Chrome. Para leitores menos à vontade com a informática, aconselho a instalação do Safari, que já oferece este instrumento, sem ser necessário instalar extensões do navegador. Boas leituras!

PS: Para o Internet Explorer e para o Opera existe isto, mas não se compara com o iReader.

6 comentários:

  1. Maravilha!

    Isso vai me poupar o esforço de ficar dando zoom nas páginas para aumentar as fontes.

    Obrigado, Desidério.

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  2. Existe ainda a aplicação web abaixo para reformatar textos presentes na web.

    http://lab.arc90.com/experiments/readability/

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  3. Eu uso o Readability no Opera para artigos abertos no próprio site e um UserJS próprio para o Google Reader.

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  4. Desidério,

    Muito interessante, mas se muitos pararem de ver a publicidade na Crítica, isso não a forçaria a cobrar pelo conteúdo novamente?

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  5. Não, Cristiano, não tem influência porque ao navegar na Crítica vês à mesma a publicidade. Em qualquer caso não é o ver a publicidade que financia a Crítica, mas apenas o clicar nela.

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  6. Aprovado!
    Já agora, aconselho a utilização da tecla F11 (fullscreen). Desse modo até os separadores, menus e barras desaparecem - é tudo área útil de leitura.

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