27 de setembro de 2010

Chegou o dicionário que fazia falta

Estará à venda em Portugal, já a partir desta semana, numa cuidada edição de capa dura, o Dicionário de Filosofia, dirigido por Thomas Mautner (Edições 70, 784 pp.). A edição portuguesa foi coordenada por mim, e a tradução foi feita por Vítor Guerreiro (Universidade do Porto), Sérgio Miranda (Universidade Federal de Ouro Preto) e por mim. Aquando de uma edição anterior em língua inglesa, escrevi esta crónica no Público. Depois de traduzir parte do dicionário e rever várias vezes a sua totalidade, confirmei a crença que tinha formado: muito rigoroso, informativo, student-friendly, e por vezes surpreendentemente profundo, além de muitíssimo abrangente. Por excluir a filosofia chinesa e indiana, o dicionário tem mais espaço para a filosofia ocidental do que outros dicionários de dimensão análoga. Para dar uma ideia da qualidade do dicionário, escolhi alguns artigos que podem ser lidos na Crítica: Richard Rorty (escrita pelo próprio!), existencialismo, Michel Foucault, Guilherme de Ockham, William James e Alexius Meinong. Trata-se de uma pequena selecção de alguns dos artigos mais substanciais e bem conseguidos do dicionário. Boa leitura!

2 comentários:

  1. Desidério e Vitor são duas máquinas de traduzir e agora estão levando o Sérgio para o mesmo caminho. Parabéns pela tradução! A filosofia nos países de lingua portuguesa agradece.

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