4 de outubro de 2010

Bernard Suits


“Não digas,” adverte Wittgenstein, “ “tem de haver algo de comum, caso contrário não se chamariam “jogos” ” — mas olha e vê se há algo de comum a todos eles.” Este é um conselho irrepreensível. Infelizmente, Wittgenstein não o seguiu. Olhou, sem dúvida, mas porque já tinha antecipadamente decidido que os jogos são indefiníveis, o seu olhar foi fugaz e pouco viu. [...] Um jogo é uma tentativa voluntária de ultrapassar obstáculos desnecessários.”

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