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Frankfurt e o compatibilismo


Luiz Helvécio Marques Segundo argumenta aqui que Frankfurt não foi bem-sucedido na sua inovadora defesa do compatibilismo. E o que pensa o leitor?

Comentários

  1. "Um cachorro pode entrar no cinema e escolher passar pela porta que leva à sessão de O Fabuloso Destino de Amelie Pollan ao invés de entrar pela porta que leva à sessão de Os Palhaços Assassinos do Espaço, e nem por isso diríamos que tem livre-arbítrio."
    Talvez seja útil introduzir a noção de consciência tal com vem sendo dada por Damásio.
    No encadeamento de causalidades surge um protagonista.
    O livre arbítrio talvez não passe da opinião do protagonista entendido como o eu que se reconhece como tal (cf. Damásio,A.:2010, O Livro da Consciência, Círculo de Leitores; Lisboa).
    Não sei se o cão se vê como protagonista e portanto não sei qual é a opinião dele sobre o arbítrio.

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