10 de janeiro de 2011

John Perry

Mesmo que um feto seja uma pessoa, mesmo que matá-lo seja um homicídio, pode ser algo que uma mulher tem o direito de fazer. O homicídio pode ser justificado em autodefesa, ou na guerra, e talvez se justifique quando uma pessoa passou a residir dentro de si. 

11 comentários:

  1. A leitura não é boa, pois nesse caso uma pessoa não "passa a residir dentro de outra' e sim, "é gerada dentro de outra". Qualquer discussão sobre o aborto e eutanásia deve ser feita com responsabilidade, pois pode envolver um verdadeiro homícidio. Só há homicídio se houver ser-humano. E é daí que vem a questão maior. O QUE É um ser-humano? Um embrião 3 semanas é um ser-humano? E um "potencial ser-humano" tb deve ter direitos? Um ser-humano que viveu durante meses ou anos, mas agora se encontra em estado vegetativo, é ainda um ser-humano? Quem cercar isso, responde melhor a questão. A questão ética clama um parecer da ciência, não é?

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  2. Eu tentei encontrar a fonte do texto discutido nesta postagem (http://blog.criticanarede.com/2010/09/objeccoes-precisam-se.html#comments) e não consegui. Ficaria grato se alguém me indicasse a fonte.

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  3. Gregory,

    você vai encontrar a fonte dessa passagem nesse post do Perry no Philosophy Talk: http://theblog.philosophytalk.org/

    Está no penúltimo parágrafo.

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  4. Matheus

    não consegui achar, há mais de dez posts e não identifiquei a fonte em nenhum dos penúltimos parágrafos...

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  5. http://theblog.philosophytalk.org/2011/01/abortion.html

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  6. Matheus

    No penúltimo parágrafo a Judith Thomson é mencionada, mas não consegui verificar se ela é a autora do texto. Seria isso ou eu sou muito burro?

    Obrigado e desculpa pelo transtorno.

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  7. Nessa passagem o Perry resume a posição da Thomson. Não é, portanto, uma passagem da autoria da própria Thomson.

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  8. Matheus

    Agora entendi a confusão que ocorreu. Eu não me referia ao texto sobre aborto desta postagem, mas sim ao texto da postagem para o qual eu ofereci o link (aquele sobre construções sociais). É a fonte daquele que eu gostaria de saber.

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  9. Ah, sim! Agora entendi. Não sei a fonte, pergunte ao Rolando.

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  10. Gregory,
    Sinceramente não me recordo onde fui buscar a citação. É o que faz não fazer logo a referência. mea culpa.

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  11. Sem problemas Rolando, obrigado de qualquer jeito.

    O curioso é que não consegui encontrar absolutamente nada no Google.

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