1 de fevereiro de 2011

Contas à vida


Durante os meses de Outubro a Janeiro foram submetidos 25 trabalhos, dos quais 23 foram rejeitados e 2 estão por analisar. Quanto ao número de leitores, em Janeiro passaram por aqui um pouco mais de 44 mil pessoas, um ligeiro acréscimo relativamente ao mesmo mês do ano anterior (41 mil) e um ligeiro decréscimo  relativamente a Dezembro (52 mil).

2 comentários:

  1. Qual é a lógica de ter um critério de selecção que rejeita 99% dos trabalhos enviados?

    Rui Queirós

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  2. A Crítica não é uma revista estritamente académica, pois é também uma revista de divulgação e ensino. Mas neste aspecto é como as revistas académias: algumas das melhores revistas académicas têm índices de rejeição altíssimos, e é por isso mesmo que são boas.

    O fenómeno explica-se deste modo: quanto mais qualidade tem uma revista, mais pessoas querem publicar nessa revista. Mas isso leva a que uma percentagem muito maior de submissões não tenha qualidade suficiente. Por outro lado, quanto mais submissões uma revista recebe, mais tende a seleccionar apenas os artigos melhores, rejeitando os outros, que são então publicados noutras revistas.

    Assim, o índice de rejeições de uma revista é um indício não conclusivo mas forte da qualidade de qualquer revista.

    É de lamentar, num certo sentido, um índice elevado de rejeições, porque isso significa que há menos artigos de qualidade do que seria desejável. Mas é de aplaudir, por outro lado, porque se mantém padrões elevados de qualidade, estimulando os autores a dar o seu melhor.

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