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Haack apaixonada

Um leitor da Crítica, Joedson Marcos Silva, chamou-me a atenção para esta notícia feliz: A Loyola acaba de publicar Manifesto de Uma Moderada Apaixonada: Ensaios Contra a Moda Irracionalista, de Susan Haack. Originalmente publicado em 1998, trata-se de uma colectânea de ensaios que têm como tema unificador o género de ideias supostamente pragmatistas na altura tornadas muito populares por Richard Rorty e outros pensadores ligados aos departamentos de literatura norte-americanos. Inclui um diálogo ficcional entre Rorty e os pragmatistas norte-americanos clássicos, construído por Haack com pedaços dos seus textos, no qual estes se opõem àquele, que contudo se dizia seu seguidor. Na Crítica podemos ler dela o artigo "À Espera de uma Resposta: O Processo Desordenado de Tactear a Verdade."

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O filósofo preferido dos filósofos

É curioso ouvir o podcast que, para marcar o lançamento do segundo livro de Philosophy Bites, da responsabilidade de David Edmonds e Nigel Warburton, eles disponibilizaram sobre o filósofo favorito de muitos dos filósofos e filósofas que entrevistaram. 
São quase 70 filósofos e filósofas das mais variadas áreas e tendências filosóficas que se pronunciam sobre o seu filósofo favorito, justificando brevemente a sua escolha. É certo que a maior parte dos filósofos são de língua inglesa, mas também os há, embora poucos, de língua francesa. Mesmo entre os filósofos de língua inglesa, muitos não são filósofos analíticos. Confesso que não conheço muitos deles, mas há outros que talvez sejam conhecidos dos leitores, como Ronald Dworkin (que referiu Kant), David Chalmers (Carnap), Kit Fine (Aristóteles), Michael Sandel (Hegel), Peter Singer (Henry Sidgwick), Michael Dummett (Frege), Tim Crane (Descartes), Susan Wolf (Aristóteles), Stephen Neale (Russell), Noël Carroll (Aristóteles), Brian Lei…

O que é uma análise?

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