21 de maio de 2011

Filosofia para o ensino médio

Acabo de publicar aqui a recensão de Marcelo Fishborn do livro Filosofia para o Ensino Médio, de Maria Luiza Silveira Teles.

10 comentários:

  1. A recensão é bastante esclarecedora. Os erros apontados são tão básicos e importantes que não restam dúvidas que este livro é simplesmente inutilizável. Lamentável.

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  2. O livro contém erros grosseiros. Além disso, embora o capítulo de lógica tenha uma razoável quantidade de exercícios, a maioria deles é a respeito de ilusões de ótica, o que, obviamente, não é assunto da lógica.

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  3. Pois, Frank, isso só reforça ainda mais a ideia de que o livro não deve mesmo ser utilizado nas escolas.

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  4. Poderia abrir uma discussão aqui sobre a minha obra em questão, mas prefiro calar-me. Deixo que toda uma vida acadêmica e a produção de trinta livros falem por mim. Antes de minha obra "Filosofia para Jovens", na 20ª edição, os jovens brasileiros não estavam nem um pouco interessados em pensar e discutir assuntos de suma importância para suas vidas. Os compêndios de Filosofia mofavam em suas parcas bibliotecas e o ano letivo terminava sem que eles abrissem o livro de Filosofia. Foi com esse exemplo dentro de casa que me propus a fugir dos métodos tradicionais e levar o jovem a se interessar por pensar e discutir a realidade de uma outra forma.
    As ilusões de ótica, minha criança, assim como os preconceitos atrapalham o pensamento lógico...
    Abraço,
    Maria Luiza Silveira Teles

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    Respostas
    1. Sou professor de Filosofia do Fundamental II inteiro de uma das escolas em que trabalho.

      Comprei o seu livro e só tenho a obrigação de deixar claro uma coisa: está superando as minhas expectativas! Pois, na prática está funcionando muito bem e isso é o que mais importa!
      Um coisa que me chamou a atenção que não observei em nenhum outro trabalho do assunto que pesquisei: o seu livro está baseado na contagem de histórias pequenas. Na prática percebo claramente que é sempre um sucesso, pois a garotada fica curiosa, interessada e você conquista a turma. Aí, ninguém te segura!

      Só uma pequena crítica construtiva. Quanto a questão da lógica relacionada a ilusão de ótica, só penso que deveria deixar mais claro logo antes de entrar nos exercícios de ilusão: os nossos sentidos podem nos enganar, fortalecendo os nossos "preconceitos (que) atrapalham o pensamento lógico".
      Parabéns pela coragem e competência Maria Luíza! Estou contigo!

      Professor Fabiano.

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    2. Sou professor de Filosofia do Fundamental II inteiro de uma das escolas em que trabalho.

      Comprei o seu livro e só tenho a obrigação de deixar claro uma coisa: está superando as minhas expectativas! Pois, na prática está funcionando muito bem e isso é o que mais importa!
      Um coisa que me chamou a atenção que não observei em nenhum outro trabalho do assunto que pesquisei: o seu livro está baseado na contagem de histórias pequenas. Na prática percebo claramente que é sempre um sucesso, pois a garotada fica curiosa, interessada e você conquista a turma. Aí, ninguém te segura!

      Só uma pequena crítica construtiva. Quanto a questão da lógica relacionada a ilusão de ótica, só penso que deveria deixar mais claro logo antes de entrar nos exercícios de ilusão: os nossos sentidos podem nos enganar, fortalecendo os nossos "preconceitos (que) atrapalham o pensamento lógico".
      Parabéns pela coragem e competência Maria Luíza! Estou contigo!

      Professor Fabiano.

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  5. Olá Caros Aires e Frank.
    Incrível, ao pegar o livro em questão e dar uma primeira olhada nele, especialmente na contracapa, já senti algo estranho.
    Antes, porém, tentei dar crédito ao trabalho. Verifiquei a rápida biografia da autora, e retomei a tal contracapa. Algo me incomodava.
    "Filosofia para o Ensino Médio chega no momento preciso em que os professores se perguntam: Como lecionar filosofia, de maneira atraente, para o jovem?"
    Esta frase deixa-me irritado, pois nela a ideia de um professor não produtor de saberes é evidenciada. A problemática da centralização da planificação na educação é aí delegada a um professor que fica lá na sala de aula esperando por "dom sebastião", messias, salvador, etc.
    A resenha, continua exagerando nas qualidades da autora e do livro. "A autora, educadora por toda uma 'existência'...", mas se é por toda uma existência, como assim? Não parece que ela já faleceu? "por toda" não seria completo?

    Achei a resenha "extremamente" pretensiosa e exagerada para um manual magro. E olha que ainda não havia lançado na tarefa da leitura. Como tenho uma modesta livraria estava me preparando para copiar uma imagem da capa do livro e depois fazer uma resenha. Cheguei aqui, fiquei assustado com os erros no interior do livro. E minha suspeitas da incompatibilidade dos superlativos da contracapa e do conteúdo se confirmaram em partes.

    Obviamente não desejamos tripudiar a autora. Certamente ela tem uma história pessoal a qual respeitamos. Sua dignidade não está em avaliação. As observações que estamos fazendo não é mero deleite de espezinhar o trabalho alheio. Estranhei apenas a reação da autora, que enquanto "filósofa" deveria tomar de bom grado nossas considerações sobre os erros conceituais. Também, e penso que Aires e Frank estão de acordo, não estamos querendo demolir o trabalho da autora.

    De algo tenho certeza, não vou resenhar o livro para vender em minha livraria, que é especializada em Filosofia. Penso que palavras mais modestas caberiam melhor, para essa modesta contribuição.



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  6. Há!
    Esse "para" incomoda. Já é ponto pacífico que o melhor é "com"; ressalta mais a ideia de que o educando é sujeito de sua história.

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