Avançar para o conteúdo principal

Os grandes filósofos

The Great Philosophers foi uma série de televisão da BBC transmitida em 1987 com quinze entrevistas conduzidas por Bryan Magee. A série apresenta de maneira direta o básico da história da filosofia passando pelas idéias de Platão, Aristóteles, Tomás de Aquino, Descartes, Spinoza, Leibniz, Locke, Berkeley, Hume, Kant, Hegel, Marx, Schopenhauer, Nietzsche, Husserl, Heidegger e o existencialismo, os pragmatistas contemporâneos (C. S. Pierce, William James, John Dewey), Frege, Russell e a lógica moderna, e Wittgenstein. Os entrevistados que nos conduzem por esse percurso são Myles Burnyeat, Martha Nussbaum, Anthony Kenny, Bernard Williams, Anthony Quinton, Michael Ayers, John Passmore, Geoffrey Warnock, Peter Singer, Frederick Copleston, J. P. Stern, Hurbert Dreyfus, Sidney Morgenbesser, A. J. Ayer e John Searle. Essa série deu origem ao livro The Great Philosophers: An Introduction to Western Philosophy, publicada pela Oxford University Press no mesmo ano da série.

Comentários

  1. Muito obrigado pelas várias sugestões de leitura.
    A “notícia” da recente publicação em português do livro “Os Grandes Filósofos” é francamente exagerada …
    A edição é de 1989, da colecção Textos de Apoio (nº 30).
    A tradução é de Wanda Ramos.
    A capa é de Marta Figueiredo.
    O livro perdeu, infelizmente, as ilustrações e o índice remissivo.
    Permita-me a chamada de atenção para um lapso de escrita: faz referência a “Herbert Dreyfus” mas o entrevistado é Hubert Dreyfus (12º diálogo).

    ResponderEliminar
  2. Oi Herculano,

    agradeço pelas correções. Já retirei o comentário sobre o livro da Presença e corrigi o nome de Dreyfus. Eu falei de "Os Grandes Filósofos" tendo em mente "A História da Filosofia" do mesmo autor, publicado em português pela Loyola em 1999.

    ResponderEliminar
  3. José Gusmão Rodrigues29 de outubro de 2011 às 21:33

    Matheus, antes do mais, obrigado por ajudar a divulgar o fantástico trabalho do Professor Magee (também esse de divulgação). Mas deve corrigir novamente o nome do professor Dreyfus que é Hubert e não Hurbert.

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Mensagens populares deste blogue

O filósofo preferido dos filósofos

É curioso ouvir o podcast que, para marcar o lançamento do segundo livro de Philosophy Bites, da responsabilidade de David Edmonds e Nigel Warburton, eles disponibilizaram sobre o filósofo favorito de muitos dos filósofos e filósofas que entrevistaram. 
São quase 70 filósofos e filósofas das mais variadas áreas e tendências filosóficas que se pronunciam sobre o seu filósofo favorito, justificando brevemente a sua escolha. É certo que a maior parte dos filósofos são de língua inglesa, mas também os há, embora poucos, de língua francesa. Mesmo entre os filósofos de língua inglesa, muitos não são filósofos analíticos. Confesso que não conheço muitos deles, mas há outros que talvez sejam conhecidos dos leitores, como Ronald Dworkin (que referiu Kant), David Chalmers (Carnap), Kit Fine (Aristóteles), Michael Sandel (Hegel), Peter Singer (Henry Sidgwick), Michael Dummett (Frege), Tim Crane (Descartes), Susan Wolf (Aristóteles), Stephen Neale (Russell), Noël Carroll (Aristóteles), Brian Lei…

O que é uma análise?

Há duas maneiras de entender uma análise, o que pode parecer surpreendente. Deparei-me recentemente com este aspecto ao trabalhar na segunda edição do Dicionário Escolar de Filosofia.

Podemos entender uma análise de um dado conceito como uma apresentação de outros conceitos mais básicos que captem inteiramente o primeiro. O exemplo típico é algo como a análise do conceito de virgem como pessoa que nunca teve relações sexuais. Esta é a concepção fraca de análise. Na concepção forte, o que resulta da análise, para ser realmente uma boa análise, terá de ser uma frase analítica. Realmente, “Uma pessoa virgem é uma pessoa que nunca teve relações sexuais” é uma frase analítica. As tentativas de análise filosófica são tipicamente vistas como tentativas de análise no sentido forte: se fosse realmente verdade que o conhecimento é crença verdadeira justificada, essa afirmação seria analiticamente verdadeira.

Isto colide com a ideia de que não só a filosofia, mas também as ciências como a física o…