28 de outubro de 2011

Nagel sobre Stroud sobre a metafísica

Vale a pena ler esta recensão de Thomas Nagel do último livro de Barry Stroud, Engagement and Metaphysical Dissatisfaction: Modality and Value (Oxford University Press, 2011). E também vale a pena ler regularmente o TLS.

1 comentário:

  1. Gostei de ver, ao final do artigo, Nagel simplesmente retomar a posição que defende em "A Última Palavra": se é demonstrado, como quer Stroud, que não há qualquer meio legítimo ou coerente de negarmos (por exemplo) as necessidades lógicas ou matemáticas, então isto é por si o estabelecimento das necessidades lógicas ou matemáticas.

    Ao contrário do que sugere Stroud, não fica realmente em aberto a "hipótese" de que as verdades matemáticas sejam contingentes. Dar esse passo é incoerente em todos os níveis. Resta apenas uma imaginação residual de tais "possibilidades ilógicas" que, assim que é formulada, traz em si sua incoerência.

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