15 de dezembro de 2011

O livro dos livros



Está nas bancas das livrarias portuguesas o mais recente livro do filósofo A. C. Grayling, intitulado O Livro dos Livros: Uma Bíblia Humanista (que no original é The Good Book: A Secular Bible), traduzido para a editora Lua de Papel. 

Trata-se de um livro diferente de todos os outros que Grayling escreveu, tendo levado mais de uma década a trabalhar nele. A ideia é apresentar uma espécie de alternativa humanista à Bíblia, na qual Grayling reúne algumas das melhores e mais inspiradoras ideias colhidas em mais de um milhar de livros escritos ao longo de 2500 anos. Daí o título português.

São quase 700 páginas, com duas colunas por página e 14 livros divididos em capítulos e versículos. Os livros são os seguintes: 1. Génesis, 2. Sabedoria, 3. Parábolas, 4. Concórdia, 5. Lamentações, 6. Consolações, 7. Sábios, 8. Canções, 9. Histórias, 10. Provérbios, 11. O Legislador, 12. Actos, 13. Epístolas e 14. O Bem.

Penso que A. C. Grayling dispensa apresentações, mesmo para o público português. E parece estar confirmado que será o convidado principal do próximo Encontro Nacional de Professores de Filosofia, a realizar em Lisboa em 2012.

Para quem gosta de oferecer livros no Natal, talvez este seja o livro ideal.


5 comentários:

  1. A propósito, o filósofo passou por Lisboa há dias e deu uma entrevista ao jornal i. Pode ser lida aqui: http://tribodejacob.blogspot.com/2011/11/c-grayling-escreveu-uma-biblia-secular.html

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  2. que boa notícia. Em português, além do significado das coisas (Gradiva) temos publicado outro livro monumental e muito recomendável de Grayling que é a biografia de Descartes, pela Europa America, aliás, numa bela edição. Seria bom dar continuidade à tradução deste autor e seria uma notícia muito boa se algum editor se interessasse pela tradução de Philosophical Logical, um potente livro de filosofia.

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  3. Traduzido para a editora Lua de Papel, mas por quem?

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  4. Aqui vai a lista de tradutores: Ana Filipa Vieira, Carlos Leone (também escreve o prefácio à edição portuguesa), Joana Custódia Jacinto, Rosa Maria Fina e Rosalinda Rodrigues da Silva. O Prefácio aparece somente como Prefácio, o que indica que a edição original não tem prefácio, mas somente a introdução pequena e clara de Grayling.

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  5. Sim, são uns quantos tradutores e quando escrevi a posta não tinha o livro à frente.

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