10 de junho de 2012

Que seria de nós sem o acordo?

O que vale é que temos o acordo ortográfico. Não sei como iríamos entender-nos sem ele, como deixa antever este pequeno exemplo que circula pela rede. 


2 comentários:

  1. Isso mostra que pouco mudou, então pra que tanta celeuma? No meu ver é uma tempestade num copo d'água.

    Só não concordo com a exigência compulsória dessa forma ortográfica, isso é arbitrariedade, deveria ser facultativa. Creio que com o tempo, pela conveniência, tal forma seria adotada pelos falantes. Do modo que foi conduzido, baixando por decreto, criou animosidade desnecessária.

    Lucas.

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  2. Não são traduções diferentes? Aí é fácil apontar elementos dissonantes! O que interessa nesse caso é saber se o mesmo texto, em língua lusa, teria tais diferenças. Duvido muito.

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