4 de outubro de 2012

Jonathan Haidt e os Espantalhos




Nesta crônica Garry Gutting argumenta que Jonathan Haidt fez, no seu último livro, um espantalho das teorias morais de Platão, Kant e Rawls ao tentar refutá-las alegando simplesmente que as pessoas não agem ou raciocinam moralmente do modo previsto pelas teorias morais. O que Haidt se esqueceu foi que os filósofos não estavam fazendo teses empíricas sobre o que as pessoas comuns pensam, um erro corriqueiro entre alguns filósofos experimentais. Vale a pena conferir.

3 comentários:

  1. "O que ELE se esqueceu foi que os filósofos não estavam fazendo teses empíricas sobre o que as pessoas comuns pensam, um erro corriqueiro entre alguns filósofos experimentais."

    Ele quem? O Gutting ou o Haidt?

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  2. O Haidt. Obrigado por apontar a ambiguidade, já corrigi :)

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  3. Como bem observado pelo editor, trata-se de um "crônica". Pelo teor, provavelmente resultado de uma leitura superficial da obra de Haidt. Daí que a carapuça de "espantalho" serve mais a quem diz do que ao do que se diz. É importante destacar que o trabalho de Haidt é da área da psicologia social, desenvolvida a partir de diversas pesquisas das áreas relacionadas das ciências cognitivas. Não se trata, de fato, de "filosofia experimental", seja lá o que for isso.

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