Avançar para o conteúdo principal

Deus, a Liberdade e o Mal

Acaba de ser anunciada a publicação da minha tradução da conhecida obra God, Freedom and Evil, que Plantinga publicou originalmente em 1974. É aqui que se encontra a influente objecção ao problema lógico do mal, segundo a qual da divindade teísta é logicamente compatível com a existência de mal. Recorrendo a instrumentos da metafísica e lógica da modalidade, Plantinga mostra neste livro como se pode escrever sobre temas sofisticados numa linguagem relativamente acessível. O problema do mal ocupa aproximadamente metade do livro, sendo a outra metade dedicada a uma discussão mais acessível do argumento do desígnio, do argumento cosmológico e do argumento ontológico a favor da existência de Deus. Mais informação aqui. (São Paulo: Edições Vida Nova, 2012, 144 pp.)

Comentários

  1. E não há intenção de lançar uma versão ebook? Não encomendo livros no Brasil porque os custos de transporte costumam ser superiores ao preço do livro. No caso dessa editora nem existe a possibilidade de venda para fora do Brasil

    ResponderEliminar
  2. Então e este argumento?...

    "Se soubesses que o teu computador é produto de um processo não guiado, sem sentido, não confiarias nele. Por isso, para mim, o ateísmo mina a racionalidade de que necessito para fazer ciência." (John Lennox, professor de Matemáticas na Universidade de Oxford)

    ResponderEliminar
  3. Yes! Finally something about central air
    conditioner system New Berlin.

    Take a look at my blog post :: air conditioning technician New Berlin

    ResponderEliminar
  4. If you are at the point when you can no longer avoid using
    a blow dryer, minimize the damage. ' Curl-enhancing and soft blends for superior control.
    Now keep on braiding by using your free index finger and thumb of your
    one hand to grab the back section of your hair.

    Feel free to visit my web page; afro hair care products uk

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Mensagens populares deste blogue

O filósofo preferido dos filósofos

É curioso ouvir o podcast que, para marcar o lançamento do segundo livro de Philosophy Bites, da responsabilidade de David Edmonds e Nigel Warburton, eles disponibilizaram sobre o filósofo favorito de muitos dos filósofos e filósofas que entrevistaram. 
São quase 70 filósofos e filósofas das mais variadas áreas e tendências filosóficas que se pronunciam sobre o seu filósofo favorito, justificando brevemente a sua escolha. É certo que a maior parte dos filósofos são de língua inglesa, mas também os há, embora poucos, de língua francesa. Mesmo entre os filósofos de língua inglesa, muitos não são filósofos analíticos. Confesso que não conheço muitos deles, mas há outros que talvez sejam conhecidos dos leitores, como Ronald Dworkin (que referiu Kant), David Chalmers (Carnap), Kit Fine (Aristóteles), Michael Sandel (Hegel), Peter Singer (Henry Sidgwick), Michael Dummett (Frege), Tim Crane (Descartes), Susan Wolf (Aristóteles), Stephen Neale (Russell), Noël Carroll (Aristóteles), Brian Lei…

O que é uma análise?

Há duas maneiras de entender uma análise, o que pode parecer surpreendente. Deparei-me recentemente com este aspecto ao trabalhar na segunda edição do Dicionário Escolar de Filosofia.

Podemos entender uma análise de um dado conceito como uma apresentação de outros conceitos mais básicos que captem inteiramente o primeiro. O exemplo típico é algo como a análise do conceito de virgem como pessoa que nunca teve relações sexuais. Esta é a concepção fraca de análise. Na concepção forte, o que resulta da análise, para ser realmente uma boa análise, terá de ser uma frase analítica. Realmente, “Uma pessoa virgem é uma pessoa que nunca teve relações sexuais” é uma frase analítica. As tentativas de análise filosófica são tipicamente vistas como tentativas de análise no sentido forte: se fosse realmente verdade que o conhecimento é crença verdadeira justificada, essa afirmação seria analiticamente verdadeira.

Isto colide com a ideia de que não só a filosofia, mas também as ciências como a física o…