Avançar para o conteúdo principal

Wittgenstein’s master

Wittgenstein's master
http://www.prospectmagazine.co.uk/magazine/frank-ramsey-keynes-wittgenstein-grayling/

Frank Ramsey was 26 years old when he died after an operation at Guy's Hospital in January 1930. In his short life, he had made lasting contributions to mathematics, economics and philosophy, and to the thinking of a number of his contemporaries, including Ludwig Wittgenstein.

(via Instapaper)

Comentários

  1. E vale a pena reproduzir um comentário de David Papineau,no contexto de uma votação no blog de Leiter sobre quem é o melhor filósofo nos últimos 200 anos, a propósito de Ramsey:

    "I've come to this a bit late, but what happened to F.P. Ramsey? 'Most important in the last 200 years' might be pushing it, but I think a case can be made that he was the most important philosopher of the 20th century. Yet he wasn't even on the slate. A case for a re-run, I think.

    Of course, Ramsey was handicapped by dying at the age of 26, and as a result wasn't very influential. But a striking number of ideas that have become philosophically central over the last fifty years received their first clear airing in Ramsey's work: the whole framework of subjective probability and decision theory, the reliability theory of knowledge, the redundancy theory of truth, success-based accounts of content, laws of nature as claims that would be theorems 'if we knew everything and organized it as simply as simply as possible in a deductive system', Ramsey sentence analyses of scientific theories, the relation between facts, universals and particulars . . . And that's without his contributions to logic (including the simplified theory of types), mathematics (there's a branch called 'Ramsey theory'), and economics (seminal work on taxation and saving).

    I rest my case."

    ResponderEliminar
  2. Este comentário foi removido por um administrador do blogue.

    ResponderEliminar
  3. Este comentário foi removido por um administrador do blogue.

    ResponderEliminar
  4. Este comentário foi removido por um administrador do blogue.

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Mensagens populares deste blogue

O filósofo preferido dos filósofos

É curioso ouvir o podcast que, para marcar o lançamento do segundo livro de Philosophy Bites, da responsabilidade de David Edmonds e Nigel Warburton, eles disponibilizaram sobre o filósofo favorito de muitos dos filósofos e filósofas que entrevistaram. 
São quase 70 filósofos e filósofas das mais variadas áreas e tendências filosóficas que se pronunciam sobre o seu filósofo favorito, justificando brevemente a sua escolha. É certo que a maior parte dos filósofos são de língua inglesa, mas também os há, embora poucos, de língua francesa. Mesmo entre os filósofos de língua inglesa, muitos não são filósofos analíticos. Confesso que não conheço muitos deles, mas há outros que talvez sejam conhecidos dos leitores, como Ronald Dworkin (que referiu Kant), David Chalmers (Carnap), Kit Fine (Aristóteles), Michael Sandel (Hegel), Peter Singer (Henry Sidgwick), Michael Dummett (Frege), Tim Crane (Descartes), Susan Wolf (Aristóteles), Stephen Neale (Russell), Noël Carroll (Aristóteles), Brian Lei…

O que é uma análise?

Há duas maneiras de entender uma análise, o que pode parecer surpreendente. Deparei-me recentemente com este aspecto ao trabalhar na segunda edição do Dicionário Escolar de Filosofia.

Podemos entender uma análise de um dado conceito como uma apresentação de outros conceitos mais básicos que captem inteiramente o primeiro. O exemplo típico é algo como a análise do conceito de virgem como pessoa que nunca teve relações sexuais. Esta é a concepção fraca de análise. Na concepção forte, o que resulta da análise, para ser realmente uma boa análise, terá de ser uma frase analítica. Realmente, “Uma pessoa virgem é uma pessoa que nunca teve relações sexuais” é uma frase analítica. As tentativas de análise filosófica são tipicamente vistas como tentativas de análise no sentido forte: se fosse realmente verdade que o conhecimento é crença verdadeira justificada, essa afirmação seria analiticamente verdadeira.

Isto colide com a ideia de que não só a filosofia, mas também as ciências como a física o…