2 de dezembro de 2014

Ler a Nature gratuitamente

Imagem da Wikipédia
Uma das mais reputadas e antigas revistas científicas do mundo (que teve a sua primeira edição em 1869), permite agora que os seus subscritores visualizem on-line todos os seus artigos. Ver aqui.

Muitas das maiores descobertas da história moderna foram publicadas originalmente na Nature, e alguns desses marcos foram, por exemplo, a descoberta da estrutura em dupla hélice do ADN, do buraco na camada de ozono, a primeira clonagem de um mamífero, a sequência inicial do genoma humano, entre outras.

25 de outubro de 2014

Já somos 3000 no Facebook



Talvez se achasse improvável chegar a estes números numa página exclusivamente dedicada à Filosofia numa rede social que normalmente privilegia outro tipo de conteúdos de menor complexidade. Mas então dir-se-ia que ainda é mais estranho o facto de os artigos mais complexos serem os que normalmente atingem maior projecção.

Entendendo-se que essa complexidade encerra a qualidade que os nossos leitores vêm reconhecendo nos conteúdos apresentados, certamente se justifica o agradecimento a todos aqueles que ao longo do tempo produziram, recolheram e traduziram os conteúdos presentes no arquivo da CRÍTICA e em vários livros publicados em Portugal e no Brasil.

Neste momento estes são alguns dos números relativos à proveniência/localização dos nossos leitores:



E estes são os números relativos ao género/idade quanto ao alcance e interacções com a página:

Clicar na imagem para ampliar

Portanto também se justifica um agradecimento a todos aqueles que interagem com a página do Facebook, pois isso potencia o alcance da CRÍTICA, fazendo com que se torne acessível a mais gente. Obrigado a todos!

19 de outubro de 2014

Somos Livres? (Daniel Dennett)

Imagem retirada daqui
"Durante vários milénios, as pessoas têm-se preocupado com terem ou não livre-arbítrio. O que as preocupa exactamente? Nenhuma resposta é suficiente. Durante séculos, o assunto condutor era sobre a suposta omnisciência de Deus. Se Deus sabia o que íamos fazer, antes que o fizéssemos, em que sentido seriamos livres para fazer o contrário? Não estávamos apenas agindo segundo o nosso papel num Guião Divino? Seriam algumas das nossas ditas decisões, decisões reais? Mesmo antes da crença num Deus omnisciente começar a desaparecer, a ciência assumiu o papel ameaçador. Demócrito, o filósofo grego e proto-cientista, postulou que o mundo, incluindo nós, era feito de pequenas entidades  átomos e imaginou que a menos que os átomos, por vezes, imprevisivelmente e sem motivo, interrompessem as suas trajectórias com uma guinada aleatória, estaríamos presos a cadeias causais que chegavam até à eternidade, roubando-nos do nosso poder para iniciar acções por nós próprios.
[…]
Será o nosso livre-arbítrio real, ou temo-nos iludido ao longo de todos estes anos? Será que a ciência descobriu o segredo, e em caso afirmativo, quais serão as repercussões?
Nos últimos anos, um grupo crescente de neurocientistas cognitivos anunciaram ao mundo que fizeram descobertas mostrando que "o livre-arbítrio é uma ilusão". Esta é, naturalmente, uma notícia importante, que promete ou ameaça tornar obsoleto uma família de valores virtualmente sagrados: os justos merecimentos (tanto para elogios como críticas), a culpa, a punição, a honra, o respeito, a confiança, na verdade o próprio sentido da vida. Será que os cientistas descobriram uma peculiaridade secreta ou uma fraqueza no nosso sistema nervoso que mostra que nunca somos os autores responsáveis das nossas acções?”

(Continuar a ler aqui)

Daniel Dennett
Autor de alguns livros traduzidos em português: Tipos de Mentes, A Ideia Perigosa de Darwin e A Liberdade Evolui

2 de outubro de 2014

Lógica Grátis

Imagem retirada daqui

Começou há poucos dias um curso de Introdução à Lógica (da Universidade de Stanford) que está disponível online aqui para consulta e participação gratuita.

O curso é ministrado por Michael Genesereth, está legendado em português e apenas requer conhecimentos básicos de Matemática.


25 de setembro de 2014

Filosofia Viral

Imagem retirada daqui

Aparentemente há um enorme interesse em conhecer o ranking internacional das melhores universidades no ensino da filosofia. Tanto que este artigo do Aires Almeida publicado no blogue 50 Lições de Filosofia, ao ser partilhado na Página do Facebook da Crítica, teve um alcance cerca de 7 vezes superior à média das outras publicações (registando, até ao momento, 18 partilhas). Fica aqui então este registo, até para que essa informação possa chegar a mais gente.

19 de setembro de 2014

Breve Introdução ao Pensamento de Peter Singer

 Imagem retirada daqui

O próprio Peter Singer acaba de anunciar este texto introdutório ao seu pensamento, cujo autor é José Roberto Goldim. É um pequeno livro digital escrito em português e acessível gratuitamente aqui.

4 de setembro de 2014

Caça ao cientismo

http://youtu.be/OcRYnoc9bNY


Nesta palestra Beatriz Bohrer do Amaral refere-se à importância de debelar o mito do cientificamente comprovado. Para tal oferece uma série de exemplos que teriam sido evitados com o uso adequado do método científico, o escrutínio mais rigoroso dos pares, a alteração das regras de publicação científica, etc. Tudo isso para contrariar dogmas científicos e acautelar o erro.

25 de agosto de 2014

Cálculo ético

 ​Imagem retirada deste vídeo


Normalmente consideramos o sofrimento humano mais importante que o sofrimento dos animais não-humanos.

Mas se tentássemos calcular essa diferença, imaginemos que chegávamos à seguinte conclusão: a vida e o sofrimento humano são mil vezes mais importantes do que a vida e o sofrimento de animais não-humanos.

Quanto a esta relação, 1 para 1000, para não ficarmos entre aquele que diria “quanto mais conheço as pessoas, mais gosto dos animais” e aquele que diria “não me comparem a ostras, nem que seja a um milhão”, podemos pensar que o 1 pode ser uma pessoa qualquer (um genocida ou um altruísta eficaz) e os 1000 também podem ser quaisquer animais (inclusive as ostras ou todos os animais de estimação que já tivemos ou conhecemos).

Então, caso pensássemos que poderíamos ter um papel activo nessa equação, por cada 1000€ que doássemos para impedir o sofrimento e a morte de um ser humano, não deveríamos também doar pelo menos 1€ para impedir o mesmo relativamente a animais não-humanos?

Se assim fosse, considerando que por ano morrem cerca de 50 milhões de seres humanos (de todo o tipo de doenças, acidentes, etc.) e que por ano são mortos mais de 150 mil milhões de animais não-humanos (só na industria alimentar), portanto o equivalente a 3 mil animais para cada ser humano, não deveríamos então doar 3 vezes mais para causas que defendem os direitos dos animais?

E como seria esse cálculo aplicado aos insectos

23 de agosto de 2014

Deus existe?


Michael Tooley defende que Deus não existe, no livro Conhecimento de Deus, do qual é co-autor, com Alvin Plantinga. Um excerto de um dos capítulos de Tooley está agora disponível na Crítica. Boa leitura!

16 de agosto de 2014

Pensar Outra Vez


O meu livro Pensar Outra Vez: Filosofia, Valor e Verdade, está só hoje com desconto de 70% na Amazon, e apenas na versão Kindle. E está em 5.º lugar no top de vendas. Obrigado a todos os leitores!


1 de agosto de 2014

Directamente agradecido


Acabo de receber a boa nova de que o meu Filosofia em Directo atingiu as 22 mil unidades vendidas, um bonito número redondo. A todos os leitores, o meu muito obrigado -- espero merecer a confiança, e que o livro estimule o pensamento autónomo.

Em Portugal, o livro pode ser comprado em praticamente qualquer livraria, incluindo a FNAC, e também em alguns supermercados; online, pode ser comprado na Wook ou em qualquer outra livraria.

A versão brasileira, Filosofia ao Vivo, já pode finalmente ser comprada na Livraria Cultura; e está disponível em versão Kindle.

Boa leitura!

15 de julho de 2014

Superinteligência


Imagem retirada da Amazon


Apresentado como material original de novas investigações e como sendo escrito por um dos líderes neste domínio, “Superinteligência” é o livro mais recente de Nick Bostrom e reflecte sobre questões como: “será possível construir uma semente da Inteligência Artificial ou de qualquer outra forma engendrar condições iniciais a fim de provocar uma explosão da inteligência que sobreviva? Como poderemos alcançar uma detonação controlada?”

Este livro aborda assim o passado, o presente e o futuro da Inteligência Artificial, cuja pesquisa Bostrom acredita poder levar a uma superinteligência em fuga, que pode ameaçar a existência da civilização humana – e ele sublinha as precauções que podemos ter.

29 de junho de 2014

A chimpanzé Julie e o especismo



Quando um animal apresenta um comportamento que aparentemente não tem qualquer valor adaptativo, isso coloca-nos perante o tipo de comportamentos que associamos à complexidade de ser uma pessoa. Ora se este tipo de comportamentos surge nos animais não humanos isso pode fazer vacilar convicções especistas.

Então o que dizer da capacidade dos chimpanzés lançarem uma moda?

Agora, em vez de pensarmos “como é ser um morcego”, poderemos pensar como é ser a Julie, a chimpanzé criadora de brincos.

23 de junho de 2014

20 de junho de 2014

Pensar bem, argumentar bem






Vieses cognitivos e juízos falaciosos parecem andar de mãos dadas. Se assim for, não será melhor compreender a nossa natureza para, evitando os primeiros, evitar também os segundos?

Aqui fica uma lista de 58 vieses cognitivos e os estudos que os identificam e analisam.

19 de junho de 2014

100 Argumentos

















Eis uma ótima novidade: a Cultrix lançou Os 100 Argumentos mais Importantes da Filosofia Ocidental, tradução de Just the Arguments: 100 of the Most Important Arguments in Western Philosophy, de Michael Bruce e Steven Barbone. São 100 artigos curtos, escritos por diversos filósofos contemporâneos, cada um apresentando um influente argumento filosófico. Acresce-se aos artigos dois apêndices: um sobre o jargão da lógica básica e outro sobre algumas regras inferenciais básicas. O volume está divido em seis partes: 1) Filosofia da Religião, 2) Metafísica, 3) Epistemologia, 4) Ética, 5) Filosofia da Mente, e 6) Ciência e Linguagem. Cada texto segue basicamente a seguinte estrutura: começa pela indicação das fontes primárias onde o argumento aparece, apresenta o problema filosófico em questão e a estrutura geral do argumento e, por fim, apresenta o argumento formalizado premissa a premissa. A tradução, de Ana Lúcia da Rocha Franco, parece-me adequada. 
Certamente é uma tarefa difícil selecionar os 100 argumentos mais importantes. A escolha dos editores, contudo, foi bastante razoável. Só para citar algumas: o argumento ontológico a favor da existência de Deus, o problema do mal, o argumento de Lewis a favor dos mundos possíveis, o argumento da consequência contra o compatibilismo, a hipótese do cérebro numa cuba, os contraexemplos de Gettier, o problema da indução, o argumento de Quine contra a distinção analítico-sintético, o argumento da questão em aberto, o argumento do violinista, de Judith Thomson; o argumento dos zumbis, de David Chalmers; o argumento do milagre a favor do realismo científico, o argumento da linguagem privada, dentre muitos outros. A maior falta, talvez, tenha sido a não inclusão de dois argumentos importantíssimos à história da filosofia recente: a resolução dos puzzles no "On Denoting" de Bretrand Russell e o argumento a favor do necessário a posteriori, de Kripke. 
O volume é útil a muitas pessoas: a quem está começando a estudar filosofia; aos professores; e mesmo para os estudantes mais avançados. Vale a pena conferir. O índice e a introdução podem ser lidos aqui

18 de junho de 2014

Como fazer escolhas difíceis


 
Poderá esta palestra mudar a sua vida? Tem alguma escolha difícil que não consegue resolver? Deve continuar a viver na cidade ou mudar-se para o campo? Deve ser artista ou banqueiro? Deve casar-se com a Maria ou com o Manel?

A filósofa Ruth Chang diz que estas escolhas normalmente nos trazem uma enorme angústia porque pensamos nelas do modo errado. Assim, propõem-nos um novo enquadramento que, com a resposta a essas escolhas difíceis, nos definirá como pessoas (e que a própria sintetiza nestes dois cartoons).

14 de maio de 2014

12 de maio de 2014

Mais um Clássico em Português



Depois da publicação do excelente Representar e Intervir, de Ian Hacking, a EDUERJ lança um clássico da filosofia da ciência, A teoria física: seu objeto e sua estrutura, do físico, historiador e filósofo da ciência, Pierre Duhem (1861-1916). É nesta obra, de 1906, que Duhem apresenta a tese da subdeterminação (que mais tarde foi popularizada e fortalecida por Quine): para qualquer teoria que dê conta das nossas experiências (ou dos fenômenos), sempre haverá outra teoria (possivelmente incompatível) que igualmente dá conta das mesmas experiências. Essa tese provém da ideia de que as previsões feitas por uma teoria são consequências da conjunção dos enunciados dessa mesma teoria mais um conjunto de hipóteses auxiliares. Assim, se a previsão for verdadeira, não podemos saber exatamente qual parte da conjunção é confirmada; do mesmo modo, se for falsa, não podemos saber exatamente quais enunciados são falsos. A subdeterminação surge justamente porque é sempre possível alterar alguns enunciados da teoria (ou rejeitar algumas hipóteses auxiliares) de modo a serem compatíveis com as nossas experiências.  
Outra ideia defendida por Duhem é o instrumentalismo sintático não-eliminativista. Ele sustenta que o objetivo da ciência não é fornecer explicações da realidade observável. É, antes, fornecer uma estrutura matemática, ou modelo, que organize e classifique as nossas experiências; ou seja, salvar os fenômenos. A razão disso é que ele pensa que explicar um fenômeno envolve sempre o apelo à realidade por trás dos fenômenos, algo que está fora do alcance do nosso poder de observação. Os enunciados teóricos (sobre inobserváveis), como não podem ser confirmados pela experiência, têm um papel apenas instrumental: são convenientes ou não para a construção de um modelo. Esse instrumentalismo é não-eliminativista porque Duhem rejeita a ideia de que poderíamos eliminar os enunciados teóricos fazendo-se paráfrases contendo apenas termos observáveis. Em suma, tudo o que importa para uma teoria é a sua adequação empírica, i.e., a verdade dos enunciados observacionais. 
O livro é muito bem argumentado e recheado de exemplos históricos. Leitura obrigatória. 

O último livro de Peter Singer





Depois da recente tradução para português da obra principal de Henry Sidgwick ("Os Métodos da Ética", por Pedro Galvão), Peter Singer apresenta-nos esta nova contribuição para o entendimento da filosofia moral. Este livro pretende mostrar que o utilitarismo deste filósofo do século XIX se mantém apelativo e vigoroso mesmo nos nossos dias, destacando-se alguns pontos: 


O que é que a ideia de tomar em consideração “o ponto de vista do universo” nos pode dizer sobre a ética? Henry Sidgwick usou esta metáfora para apresentar aquilo que acreditava ser uma verdade moral auto-evidente: o bem de um indivíduo não tem mais importância do que o bem de qualquer outro. Defendeu que os julgamentos éticos são verdades objectivas que podemos conhecer pela razão. Os axiomas éticos que ele considerou serem auto-evidentes fornecem uma base para o utilitarismo. Ele complementa esta justificação com um argumento que nada, excepto os estados de consciência, tem valor definitivo, o que o levou a afirmar que o prazer é a única coisa que é intrinsecamente boa.

Serão estas reivindicações defensáveis​​? Katarzyna de Lazari-Radek e Peter Singer testam-nas contra uma variedade de pontos de vista defendidos por escritores contemporâneos em ética, e concluem que são. Este livro é, portanto, uma defesa do objectivismo na ética, e do utilitarismo hedonista. Os autores também exploram, e na maior parte dos casos apoiam, as visões de Sidgwick sobre muitas outras questões fundamentais da ética: como justificar uma teoria ética, a importância de uma explicação evolutiva dos nossos juízos morais, a escolha entre o utilitarismo das preferências e o utilitarismo hedonista, o conflito entre o interesse próprio e a benevolência universal, se algo que seria errado fazer abertamente pode estar certo, se for mantido em segredo, quão exigente é o utilitarismo, se devemos desconsiderar o futuro, ou favorecer aqueles que estão em pior situação, o estatuto moral dos animais, e o que é a população ideal.


(Informação retirada daqui)

Adenda: pode ler-se aqui o prefácio desta obra (via Domingos Faria) 

29 de março de 2014

Melhor conselho de escrita

“Deve-se escrever de modo que, se se cometer um erro, qualquer pessoa que conheça o assunto, será capaz de identificá-lo imediatamente."


(Via Desidério Murcho – retirado daqui.)

19 de março de 2014

Progresso Moral: Empatia vs. Razão

As palestras TED apresentam uma estreia, um diálogo socrático do qual se retirou este excerto animado (literalmente), em que Steven Pinker defende a empatia como a causa do progresso moral, mas Rebecca Newberger Goldstein consegue convencê-lo de que essa causa é a razão


E porque haveria de ser uma das duas? 

5 de março de 2014

Palestra sobre Filosofia da Religião


“Com o professor Aires de Almeida, licenciado e mestre em Filosofia. Professor do Ensino Secundário na  Escola Secundária Manuel Teixeira Gomes, em Portimão. Autor de vários livros de Filosofia e coautor dos manuais de Filosofia adotados na nossa escola: 50 Lições de Filosofia e A arte de pensar. É também organizador do DEF (Dicionário Escolar de Filosofia). É membro do Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa e do painel editorial da revista Crítica. Dirige a coleção Filosofia Aberta (Gradiva) e foi diretor do Centro para o Ensino da Filosofia, da Sociedade Portuguesa de Filosofia. É formador de filosofia de professores do ensino secundário. 


Dia 6 de Março, às 11.35, no Auditório da Escola Secundária de Pinheiro e Rosa.”


23 de fevereiro de 2014

Poderá a Inteligência ser resumida numa equação?

O físico e cientista da computação Alex Wissner-Gross acredita que sim e que essa equação é a seguinte: F = T ∇ Sτ
A explicação desta fórmula e as suas implicações no futuro é o assunto desta palestra.

6 de fevereiro de 2014

Parabéns José!

José Gusmão Rodrigues, jovem estudante de Filosofia e colaborador da Crítica, acaba de ser distinguido pelo Royal Institute of Philosophy, com o prémio de Ensaio Filosófico 2013.

Este prémio foi obtido com o trabalho intitulado "There Are No Good Objections to Substance Dualism", que será agora publicado na prestigiada revista internacional “Philosophy”.  


5 de fevereiro de 2014

Quem são os pensadores mais influentes da actualidade?

Quem são os líderes que moldam o discurso de hoje sobre o futuro da sociedade e da economia? Quem são os líderes cujas ideias estão a definir e a mudar as nossas vidas?

Este é o ponto de partida do Instituto Gottlieb Duttweiler para apurar a influência dos pensadores mais importantes do mundo. Apresentam também o método de selecção dos candidatos, os indicadores da sua influência e como apuraram os mais influentes (ver aqui). 

(imagem retirada daqui

Estes são os dez primeiros nessa lista dos 100 pensadores mais influentes da actualidade:
1.       Al Gore
2.       Jürgen Habermas
3.       Peter Singer
4.       Slavoj Žižek
5.       Daniel Dennett
6.       Elon Musk
7.       Lawrence Lessig
8.       Jared Diamond
9.       Suzanna Arundhati Roy

 (Os restantes podem ver-se aqui)

Com este tipo de influências, o que se poderá esperar do futuro?

17 de janeiro de 2014

Chegamos aos 2000 no Facebook




Podemos questionar se as redes sociais serão o melhor meio para divulgar a filosofia mas, enquanto o fazemos, não há dúvida que os números vão adquirindo uma expressão incontornável.

Ao assinalar mais este marco, deixo aqui um agradecimento a todos, especialmente àqueles que ao longo dos tempos têm vindo a colaborar no sentido de tornar a Crítica (revista, blogue e facebook) num espaço muito especial de reflexão filosófica.

9 de janeiro de 2014

Peter Singer mudou de ideias

(imagem retirada daqui)

Nesta entrevista Peter Singer explica como a investigação para o seu próximo livro fez com que mudasse as ideias que há muito tinha estabelecido. Reconhecido como um defensor do utilitarismo das preferências, Peter Singer revê-se agora na posição do autor de referência deste novo livro, Henry Sidgwick (1838 – 1900), adoptando uma posição hedonista.

A entrevista percorre depois uma enorme gama de assuntos: o objectivismo em ética, o altruísmo eficaz, os direitos dos animais, a polémica na Alemanha (anos 80/90), etc. terminando com a sugestão do livro de Steven Pinker, "The Better Angels of Our Nature: Why Violence Has Declined".