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Já somos 3000 no Facebook



Talvez se achasse improvável chegar a estes números numa página exclusivamente dedicada à Filosofia numa rede social que normalmente privilegia outro tipo de conteúdos de menor complexidade. Mas então dir-se-ia que ainda é mais estranho o facto de os artigos mais complexos serem os que normalmente atingem maior projecção.

Entendendo-se que essa complexidade encerra a qualidade que os nossos leitores vêm reconhecendo nos conteúdos apresentados, certamente se justifica o agradecimento a todos aqueles que ao longo do tempo produziram, recolheram e traduziram os conteúdos presentes no arquivo da CRÍTICA e em vários livros publicados em Portugal e no Brasil.

Neste momento estes são alguns dos números relativos à proveniência/localização dos nossos leitores:



E estes são os números relativos ao género/idade quanto ao alcance e interacções com a página:

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Portanto também se justifica um agradecimento a todos aqueles que interagem com a página do Facebook, pois isso potencia o alcance da CRÍTICA, fazendo com que se torne acessível a mais gente. Obrigado a todos!

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São quase 70 filósofos e filósofas das mais variadas áreas e tendências filosóficas que se pronunciam sobre o seu filósofo favorito, justificando brevemente a sua escolha. É certo que a maior parte dos filósofos são de língua inglesa, mas também os há, embora poucos, de língua francesa. Mesmo entre os filósofos de língua inglesa, muitos não são filósofos analíticos. Confesso que não conheço muitos deles, mas há outros que talvez sejam conhecidos dos leitores, como Ronald Dworkin (que referiu Kant), David Chalmers (Carnap), Kit Fine (Aristóteles), Michael Sandel (Hegel), Peter Singer (Henry Sidgwick), Michael Dummett (Frege), Tim Crane (Descartes), Susan Wolf (Aristóteles), Stephen Neale (Russell), Noël Carroll (Aristóteles), Brian Lei…

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