23 de fevereiro de 2015

Pergunte ao autor (Pedro Galvão, "Ética com Razões")


A Crítica lançou o desafio ao Pedro Galvão de responder a algumas questões sobre o seu último livro, “Ética com Razões”. O desafio foi aceite.

Agora lançamos o desafio ao leitor: enquanto lia, houve questões que o inquietassem? Pois bem, terá agora a oportunidade de ver as suas questões esclarecidas pelo próprio autor. Das questões aqui colocadas (ou na nossa Página do Facebook) serão seleccionadas as melhores.

No final publicaremos aqui no blogue as perguntas e respostas.

21 de fevereiro de 2015

Boas Leituras! (Em português)





Carlos Pires, da Dúvida Metódica, escreve aqui sobre o Janelas para a Filosofia de Aires Almeida e Desidério Murcho:

Janelas Para a Filosofia está escrito de uma maneira clara e simples e pode ser compreendido por leitores que pouco ou nada saibam de filosofia. Está escrito de maneira simples mas não simplista, conseguindo um notável equilíbrio entre o rigor conceptual e a simplicidade requerida por uma obra destinada a leitores não especialistas. A filosofia é por vezes associada a um discurso obscuro e vago em que não se percebe muito bem o que cada frase quer dizer, não conseguindo o leitor ou o ouvinte perceber se concorda ou discorda. Infelizmente, foi esse discurso que muitas pessoas ouviram nas suas aulas de Filosofia. Contudo, não é esse o género de filosofia que Aires Almeida e Desidério Murcho praticam: aquilo que escrevem exprime literalmente e sem vagueza as ideias em causa, pelo que os leitores poderão discuti-las e concordar ou discordar delas.”



Pedro Galvão apresenta aqui o seu Ética com razões”:

“No livro discuto várias "questões fracturantes", como se diz agora: o aborto, a eutanásia voluntária e os direitos dos animais. O que têm os filósofos a dizer sobre questões deste género? O essencial. Estas questões são fundamentalmente normativas - respeitam ao que devemos fazer, não ao que as pessoas fazem de facto neste ou naquele lugar -, pelo que não é às ciências que cabe responder-lhes. Além do mais, numa sociedade que se queira laica é imperioso saber pensá-las sem a sombra da autoridade religiosa, em termos que façam sentido para qualquer pessoa razoável.”


Desta colecção da Fundação Francisco Manuel dos Santos também é recomendável o recente e polémico Pseudociência de David Marçal, embora não seja um livro de Filosofia (pode ver aqui uma entrevista com o autor e aqui Carlos Fiolhais faz uma curta referência ao livro), e o já não tão recente, mas um fenómeno de vendas, Filosofia em Directo de Desidério Murcho.



Portanto, termino como comecei: Boas Leituras!

8 de fevereiro de 2015

4 passos para argumentar de forma inteligente e generosa (Daniel Denett)

Costuma ser generoso quando critica os pontos de vista do seu oponente?
Qual será a vantagem dessa abordagem?
Numa discussão quer vencer o seu oponente ou fazer um aliado?
O confronto de ideias sem generosidade para com o interlocutor será uma procura sincera da verdade?

Daniel Denett apresenta o antídoto para a tendência de caricaturar as ideias do nosso oponente, resumindo assim a lista de regras criada pelo Psicólogo Anatol Rapoport:





Ver mais aqui.