2 de janeiro de 2017

Anular o Acordo Ortográfico

​Imagem retirada daqui e transformada (autor desconhecido).

"Agora é mais fácil subscrever a Iniciativa Legislativa de Cidadãos para anular o Acordo Ortográfico, que nos obriga em Portugal a escrever de uma maneira inaceitável.

E faltam apenas 5 mil assinaturas para conseguirmos legislar juntos sobre a matéria.

Subscreva aqui (só para cidadãos portugueses)."
 Desidério Murcho


O AO90 no Blogue da Crítica:

2013
O golpe de estado ortográfico

2012
Que seria de nós sem o acordo?

2011
Quatro ortografias, ou duas apenas?

2010
Mentira ou ignorância
Mentir é feio
Vamos brincar à unificação
Proposta para uma nova ortografia
Horto-grafias
Agência Lusa adopta nova ortografia
Ortografia, de novo
Mentiras ortográficas

2009
Jornal Público não adopta acordo ortográfico
Ortografia e memória
Ortografia, gramática e estado

3 comentários:

  1. Vamos acabar com este "aborto" Ortográfico, já...

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  2. Quando, no início dos anos 70, um novo Acordo Ortográfico eliminou os acentos grave e circunflexo em palavras com o sufixo “-mente” e com sufixos iniciados por “z” (-zinho, -zito…), foram inúmeras as confusões e os mal-entendidos. Ouvia dizer-se: já não há acentos em português, o acento circunflexo e o acento grave deixaram de existir, agora já não sabemos escrever, etc. etc.

    Assim, depois deste Acordo, qualquer palavra acentuada, que seja acrescentada de um sufixo (“-mente”, “-zinho”, etc.), perde o acento:

    só – somente; sozinho (antes do Acordo de 1971: sòmente; sòzinho)
    avô, avó – avozinho, avozinha (antes do Acordo de 1971: avôzinho; avòzinha)
    café – cafezinho, cafeeiro (antes do Acordo de 1971: cafèzinho, cafèeiro)
    cortês, órfão – cortesmente, orfãozinho (antes do Acordo de 1971: cortêsmente, òrfãozinho [NB: o til não é um acento] )

    Desta maneira, depois do Acordo de 1971, o acento grave (`) passou a existir, unicamente, nas seguintes palavras portuguesas: “à / às” e “àquele / àquela / àqueles / àquelas” (“eu vou à praia”; “eu vou àquela praia”)

    Se, nessa altura, houvesse Internet tal como hoje, os protestos seriam inúmeros – e muita gente revoltar-se-ia contra tal absurdo, “fruto do impulso de gente ignorante e com pouca cultura”, “nunca seremos colaboracionistas e cooperantes de uma ESTUPIDEZ deste calibre”, “Trouxe vantagens? Nenhumas. Nunca se escreveu com tantos erros em Portugal, como presentemente”, “Ó gentinha ignorante!!!!!! “, “Fique com a sua ortografia terceiro-mundista, que eu ficarei com a ortografia CULTA da Língua Portuguesa”…


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  3. Vou ser sincero, não imaginava que é tão prejudicial a ortografia da Língua Portuguesa.
    Pois sou ignorante no assunto.

    improtec sistemas

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